Livro de Visitas

A partir deste LIVRO DE VISITAS, conforme surgem novos relatos sobre Iperó eles são acrescentados aos “Fragmentos de história”. É um espaço idealizado originalmente pelo Augusto Daniel Pavon. Com pequenas crônicas, juntamos várias peças do grande quebra-cabeça que é a história de uma cidade como a nossa.

É o próprio Pavon quem explica: “Para resgatarmos a história não bastam fotos e opiniões de pessoas queridas ou simpáticas. Precisamos garimpar. E ainda é possível: pessoas que viveram, registraram, se empolgaram, têm senso crítico e possam nos dar uma sequência histórica aos fatos. A ideia é simples: com as nossas recordações e histórias, nos utilizando de narrativas, descrições e crônicas, resgatar dados para subsidiar a história informal de Iperó. Com isso, ofereceremos uma visão da dinâmica de vida da época.”

Portanto, fica o convite para que cada um deixe uma mensagem ou escreva as suas histórias vividas em Iperó. São registros muito importantes.

Obrigado e um grande abraço a todos,

Hugo Augusto Rodrigues

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augusto
Uma pedra é uma pedra, até que associemos a ela o ser humano! A não ser que a ela associemos algo humano e importante, seja alegre ou triste! A nossa ligação à pedra depende de uma história que a ela associemos, nossa história. Quero dizer que um lugar- Iperó - não é bonito ou feio por si só, necessário se faz gente história que a transforme em algo importante, prá bonito ou pra feio ou melhor, prá ambos...bonito e feio!!!A minha história com ela, Iperó, está , como já escrevi em outra oportunidade, nas ruas de terra, de lama pós chuvas, nos barquinhos de papel que corriam na sarjeta , nas roupas que molhávamos nas chuvas, nos papagaios que soltávamos, nos jogos de bolinha de gude, nos piões, nós jogos de botões,nos faroestes onde com cabos de vassouras transformados em cavalos, queríamos sempre ser os "mocinhos", nos filmes, nos bailinhos, nos amores,no futebol, nos nosso rio, o Sorocaba, no nosso Gaspar Ricardo, o nosso Grupo,nas nossas festas de Santo Antônio, nos nossos primeiro de maio, nos nossos sete de setembro, nas nossas bicicletas, nas nossas brigas, no nossop primeiro "porre". Isso e mais, muito mais que isso, na nossa família forjamos a nossa história com essa cidade, esse lugarejo e cresceu um amor, amor eterno. Ela, Iperó, já não é tão bonita como antes, os tempos são outos, eu sou outro nos meus 69 anos, más... com certeza, eu sempre a amarei, porque nela eu tenho história, ela é a pedra do início da conversa, mas uma pedra com a qual eu fiz a minha história.Será, para mim, uma pedra sempre amada. Nela eu construi a minha história com "gente" e isso fez dela viva, eternamente viva e linda!!!!