Livro de Visitas

A partir deste LIVRO DE VISITAS, conforme surgem novos relatos sobre Iperó eles são acrescentados aos “Fragmentos de história”. É um espaço idealizado originalmente pelo Augusto Daniel Pavon. Com pequenas crônicas, juntamos várias peças do grande quebra-cabeça que é a história de uma cidade como a nossa.

É o próprio Pavon quem explica: “Para resgatarmos a história não bastam fotos e opiniões de pessoas queridas ou simpáticas. Precisamos garimpar. E ainda é possível: pessoas que viveram, registraram, se empolgaram, têm senso crítico e possam nos dar uma sequência histórica aos fatos. A ideia é simples: com as nossas recordações e histórias, nos utilizando de narrativas, descrições e crônicas, resgatar dados para subsidiar a história informal de Iperó. Com isso, ofereceremos uma visão da dinâmica de vida da época.”

Portanto, fica o convite para que cada um deixe uma mensagem ou escreva as suas histórias vividas em Iperó. São registros muito importantes.

Obrigado e um grande abraço a todos,

Hugo Augusto Rodrigues

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augusto
Hoje, dia 30/04 de..., 19h, estou feliz e apreensivo, talvez não consiga dormir bem, embora precise, pois amanhã,03h da manhã estarei me levantando,o sono rapidamente desaparecerá, lavarei o rosto,tomarei meu café com leite, naquela canequinha que seu Chico Politani, pai do Telo, avô do Quico, o "riscado", colocou um cabo e, engraçado, nela o café com leite ficam mais quente. Comerei um pedaço de pão com manteiga, naquela época estava surgindo a margarina Matarazzo. Após, sapatos escuros, meias escuras, calça curta,azul marinho, camisa branca,boné azul com a figura de um "lobinho", bastão com uma bandeirinha onde se via o "lobinho", figura representativa de quem estava se iniciando no escotismo,e, então, acompanhado de meu pai, Olímpio, ia me encontrar com os outros,coordenados pelo seu Virgílio Gomes, diretor do Gaspar e seu auxiliar seu Rubens.Já citei em outro lugar a emoção de marchar na madrugada pelas ruas poeirentas de Iperó, ao som de nossa fanfarra,e não mais que de repente, cruzarmos com a Sta Cecília, a maravilhosa banda Sta Cecília e seus dobrados,cruzarmos em algumas esquinas. Imagem maravilhosa para mim, que guardo até hoje.Eu amava aquela banda! Alvorada, esse era o nome de todo esse movimento. Terminávamos, nós e a banda, cada grupo em uma casa onde nos era oferecido um belo de um café.Isso era a abertura do 1º de maio e a minha participação ativa, mas importante, muito, prá mim. depois eu não mais dormia e continuava como assistente das disputas( corrida a pé, bicicleta- Iperó/Boituva- cabo de guerra, boxa, e outras, até mais ou menos 11/12h quando havia o grande desfile de todos os time que disputariam um maravilhoso torneio( eu achava maravilhoso), times de Boituva, Capela do Alto, Porangaba,Ipanema, da Bela Vista,Sorocabana-2º time.No início da noite descíamos, banho e cinema(aquele barracão que citei muitas vezes e que amávamos) para um baile de encerramento. Precisava mais?. Bem agora vou dormir ,pois amanhã 3h da madruga eu me levanto para a "alvorada". Boa noite!