Livro de Visitas

A partir deste LIVRO DE VISITAS, conforme surgem novos relatos sobre Iperó eles são acrescentados aos “Fragmentos de história”. É um espaço idealizado originalmente pelo Augusto Daniel Pavon. Com pequenas crônicas, juntamos várias peças do grande quebra-cabeça que é a história de uma cidade como a nossa.

É o próprio Pavon quem explica: “Para resgatarmos a história não bastam fotos e opiniões de pessoas queridas ou simpáticas. Precisamos garimpar. E ainda é possível: pessoas que viveram, registraram, se empolgaram, têm senso crítico e possam nos dar uma sequência histórica aos fatos. A ideia é simples: com as nossas recordações e histórias, nos utilizando de narrativas, descrições e crônicas, resgatar dados para subsidiar a história informal de Iperó. Com isso, ofereceremos uma visão da dinâmica de vida da época.”

Portanto, fica o convite para que cada um deixe uma mensagem ou escreva as suas histórias vividas em Iperó. São registros muito importantes.

Obrigado e um grande abraço a todos,

Hugo Augusto Rodrigues

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João Archimedes Sarubbi Filho
Meu pai sempre morou em Boituva, mas trabalhou em Iperó por 30 anos, viajando todos os dias nos trens da Sorocabana. Seu nome era João Archimedes Sarubbi, mas todos o conheciam como João Ferreiro. Tinha a sua oficina na rua Porfírio de Almeida, defronte ao açougue do Zeca do Calixto, onde além de ferrar cavalos, ferrava rodas de carroças, batia bicos de arado, fabricava foices, martelos, picaretas e outras ferramentas, além de consertar armas, etc...
Em frente à oficina havia também o consultório do dentista Heródes, também conhecido como "Panhoca". Nas férias, sempre ia com ele para ajudá-lo na oficina e algumas férias passávamos em Iperó (eu, minha mãe e minhas irmãs). Também levou para Iperó meu primo José Holtz Filho, o Juí, que comprou uma beneficiadora de arroz e acabou se radicando em Iperó onde também foi vereador por um mandato.