Livro de Visitas

A partir deste LIVRO DE VISITAS, conforme surgem novos relatos sobre Iperó eles são acrescentados aos “Fragmentos de história”. É um espaço idealizado originalmente pelo Augusto Daniel Pavon. Com pequenas crônicas, juntamos várias peças do grande quebra-cabeça que é a história de uma cidade como a nossa.

É o próprio Pavon quem explica: “Para resgatarmos a história não bastam fotos e opiniões de pessoas queridas ou simpáticas. Precisamos garimpar. E ainda é possível: pessoas que viveram, registraram, se empolgaram, têm senso crítico e possam nos dar uma sequência histórica aos fatos. A ideia é simples: com as nossas recordações e histórias, nos utilizando de narrativas, descrições e crônicas, resgatar dados para subsidiar a história informal de Iperó. Com isso, ofereceremos uma visão da dinâmica de vida da época.”

Portanto, fica o convite para que cada um deixe uma mensagem ou escreva as suas histórias vividas em Iperó. São registros muito importantes.

Obrigado e um grande abraço a todos,

Hugo Augusto Rodrigues

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Obrigado por acessar o site.
465 entries.
Hugo Augusto Rodrigues
E quem melhor para falar sobre os LIMA, se não o nosso amigo Zezinho de Lima?
Zé, é hora de escrever sobre seus familiares... as histórias de vocês... se tiver fotos, nos enviar também...
Meu amigo, foi assim que conseguimos montar o arquivo que temos até aqui... e bem sabemos que ainda falta bastante coisa... a história de vocês é uma dessas peças faltantes do quebra-cabeça, apesar de alguns dos seus familiares já terem sido lembrados com bastante carinho nos escritos que temos arquivados na página "Fragmentos".
Zezinho de Lima
Gostei de tudo o que foi comentado sobre Iperó; só foi esquecido de falar da família Lima, tais como Avelino R. Lima, Vicentão (vulgo “Pai”), Zezinho de Lima, Bagrinho, que são de uma das famílias mais antigas de Iperó.
Grato.
Victor Antonio Faiao Schiffel
Não conheço a Fazenda Ipanema, mas irei conhecê-la brevemente.
Tem um grupo de fotógrafos aqui de Salto que está pretendendo fazer uma excursão para uma visita.
Parabéns. Isso dá uma saudade louca.
Deliangela Cardoso
Muito interessante a história, as fotos antigas e a restauração.
Obrigada por preservarem este patrimônio nacional.
Gostaria de ser informada em relação a atividades que são realizadas na Fazenda Ipanema.
Grata,
Deliangela
Martha Souza Canido
Parabéns, Hugo!
Sem dúvida um site que agrega bastante valor ao relacionamento entre as pessoas, valorizando a cultura e o desenvolvimento da cidade. Acredito que quando estamos possuídos por uma inabalável determinação, tudo superamos. Quem não resgata sua história, quem não estima a vida... simplesmente não a merece!
O tempo muda, mas a HISTÓRIA PERMANECE!
Otali Leonel Ribeiro
Passou um filme quando vi estas fotos.
Que saudade da minha infância.
Estudei no Grupo Escolar Dr. Gaspar Ricardo Jr.
João Carlos Bueno
Muito bom o registro das memórias da cidade de Iperó/SP.
Elder Carlos de Carvalho
Linda, linda, linda!
Valdo Manoel Gomes
Parabéns pelo excelente registro histórico. É fundamental o progresso de uma cidade, mas é preciso zelar e cultuar as raízes que geraram o nosso desenvolvimento.
Hugo Augusto Rodrigues
É o Luciano Regalado.
Elisabeth Rodrigues
Bom dia, pessoal. Assisti a uma reportagem muito interessante no SPTV-Globo. A reportagem, muito bem feita, mostrava paisagens da Fazenda Ipanema, enquanto narrava aspectos de sua história. Fiquei sabendo que D. Pedro II visitou a fazenda por quatro vezes e outras coisas muito interessantes.
Mas a boa notícia foi dada durante a reportagem, onde foi comentado que foi criado na Fazenda Ipanema um Centro Histórico. Há um acervo muito grande que foi localizado em garimpos, livros antiquíssimos que vão ser recuperados e depois digitalizados. Adorei o acervo de fotos, que com o tempo poderão ser vistas, depois de recuperadas e digitalizadas. Se não me engano são mais de trinta mil fotos que foram conseguidas também com famílias de antigos funcionários da Fazenda Ipanema. A reportagem na apresentação de Renata Golombieski esteve primorosa, bom conteúdo, ótima fotografia, muita simpatia e tudo o mais. Fico devendo o nome do pesquisador que está fazendo esse relevante trabalho para todos nós iperoenses e brasileiros. Por gentileza, quem tiver o nome dele, favor postar para que todos o conheçamos.
Juliana Antunes Poli Simon
Gostaria de parabenizar a pessoa ou as pessoas e colaboradores que fizeram esse site. Ficou linda a nossa história.
Quanta emoção e quanta saudade revendo as fotos de pessoas tão queridas que fizeram parte da historia de Iperó e que já não estão mais entre nós.
Elisabeth Rodrigues
Aqui em Votorantim, que tem também como meta cultural resgatar a música caipira e sobretudo a viola caipira, foi criada a VIOLEIRA. Nessa semana da VIOLEIRA se apresentam grupos de violeiros de várias procedências, inclusive das Minas Gerais, grupos de catira, fandango e outras coisas muito interessantes que fazem parte de nossas raízes. Ao final é servido delicioso churrasco de chão, arroz, etc, tudo de graça para o povo. Essa semana já está se tornando tradição do mês de agosto e como sou caipira assumida, pelo menos na sexta ou sábado lá estou. Como foi citado pelo Liráucio a dança catira, será que na cidade não tem ninguém que sabe a dança? Daqui e dali estão resgatando as cantorias do DIVINO, o cateretê, catira, fandango, danças das fitas. Seria interessante, no mês de agosto, as escolas trabalharem esses temas e por que não culminar com um espetáculo de danças? No velho Sorocabana já não havia espetáculo de fim de ano que era a maior curtição? E os artistas eram os próprios alunos que se saiam muito bem, diga-se de passagem...
Neusa das Graças Rodrigues
NASCI NA FAZENDA IPANEMA E ESTUDEI NO GRUPO ESCOLAR RURAL "ADOLFO DE VARNHAGEN" DE 64 A 68. MEUS PAIS FORAM TRANSFERIDOS PARA OUTRO LOCAL (FAZENDA DO ESTADO ATALIBA LEONEL).
TENHO MUITA SAUDADE DESSE POVO QUERIDO. HOJE MORO EM PIRAJU-SP
Paulo Ribeiro
Passei por lá quando fui visitar minha família em Sorocaba.
O interessante é que até então não sabia da existência da Fazenda Ipanema e tampouco da história que fui saber através do exposto no local e agora através do site.
Rodolpho Silva de Oliveira
Região muito legal. Fui com minha turma de história fazer um estudo do meio, adorei a biodiversidade da região e pretendo acampar aí com o meu grupo escoteiro. Recomendo o lugar!!!
Fabio Pegoretti
Sou filho do Zezinho da Farmácia e meu sogro é o saudoso Juí (José Holtz Filho). Moro há 20 anos em São Paulo, mas todo fim de semana estou em nossa cidade, visitando a família. Parabéns pelo site e muito obrigado pela lembrança da foto do Juí na seção “Personagens”.
Euzébio Cardozo Neto
DISTINTO AMIGO HUGO,
NÃO FOI POR ACASO, MAS ESCARAFUNCHANDO A INTERNET DEPAREI-ME COM O SEU PORTAL CONTANDO RETALHOS DA CIDADE DE IPERÓ. OLHEI AS FOTOS BASTANTE ANIMADAS PRA ÉPOCA, ASSIM COMO A DIVERSIDADE DE CULTURA.
POIS BEM, SOLICITO-LHE A GENTILEZA DE QUE QUANDO PUBLICAR O LIVRO PROPRIAMENTE, POR GENTILEZA, MANDE-ME UMA CORTESIA.

ATT,

PROF. EUZÉBIO.
Nilson Antonio Nascimento de Lima
Bela cidade.
Augusto Daniel Pavon
Cada um é cada um, né mesmo??? Eu diria que melhorou da Silvano pra cima. Agora... dessa rua pra baixo, incluindo a Vila do Depósito, parece que você está fazendo uma visita num local pós-bombardeio; você que viveu, fica abaixo de b....!!! E o pior não é isso; pior é a falta de perspectiva, é você não saber de quem é, ou com quem fica tudo aquilo. É federal, estadual, municipal? Quem mora tem a posse legal, paga impostos? Não creio que mudando o piso da Porfírio a solução esteja dada. O comércio, agências bancárias, escolas, postos de saúde, enfim, coisas que "agitem", que melhorem o visual, talvez, com o tempo devolvam a dignidade a esse histórico lugar. Conversando com comerciantes dessa triste região, eles a abandonam devido ao êxodo, devido à solidão (de gente), e procuram abrir na Silvano pra cima, onde temos a nova cidade. Sou um saudosista, mas tenho os pés no chão; ou toda essa região é revitalizada, ou teremos, num futuro não muito distante, o surgimento de uma das maiores favelas do estado. É de sentar e chorar, e chorar "pá c......"!!!
Viviane Cristina Fracarolli
Caros amigos, eu amo Iperó.
A cidade melhorou 100%.
Beijos,
Viviane
Simone Pereira de Lima
Adoro Iperó. É uma cidade muito bonita e gostosa de se viver. Minha família aos poucos está indo morar pra lá. Tenho meu pai, irmão e sobrinho que moram lá e, sempre que posso, vou pra lá também. Sou de São Paulo, cidade onde a agitação toma conta, correria, muito barulho, enfim, cidade grande. Mas sempre fico mais tranquila quando chego em Iperó.
João Gretzitz
Excelente o registro histórico e ilustrações que o acompanham, pelo qual parabenizo o(s) autor(es).
Elisabeth Rodrigues
Num domingo muito aguado, só chuva, o jeito é dar um tempo na televisão. De canal em canal, parece tudo meio sem graça. Epa... parece que tem algo mais interessante! É... parece que o rapaz era meio teimoso. E lá das Minas Gerais vem essa história. Povo simples, quem sabe degustando muito queijo e doçaiada saborosa e como sempre, como todo brasileiro, um povo muito religioso. Um povo com história. Capela simples, de pau-a-pique e com a chuvarada veio a desabar...
Entre os escombros, só quase o altar em pé, intacto e lá o santo padroeiro. Reunião daqui, conversa dali, foi tomada a decisão de retirar o santo e levá-lo para lugar mais seguro, longe dali, além da ponte. Nessa localidade, o santo possuía roupa de tecido, confeccionada pelos fieis, vestindo a imagem.
Decisão tomada, o santo foi transportado para outra localidade. No dia seguinte... surpresa... o santo foi encontrado no antigo altar com a vestimenta cheia de carrapichos e outras sementes de mato. Para encurtar a conversa, desabou a ponte.
O povo chegou a conclusão que o santo padroeiro queria permanecer no local de origem e voltara durante a noite. Na localidade hoje há uma igreja movimentadíssima que comporta mais de dois mil lugares. Para lá chegam romeiros de várias localidades do Brasil agradecendo graças alcançadas. Como em Aparecida do Norte, há a sala dos milagres, fotos em profusão e muitos levam hábitos marrons que lá ficam expostos, pois o padroeiro era um franciscano. Fernando de Bulhões, verdadeiro nome de Santo Antonio, nasceu em Lisboa em 15/08/1195, numa família de posses. Aos 15 anos entrou para um convento agostiniano, primeiro em Lisboa e depois em Coimbra, onde provavelmente se ordenou. Em 1220 trocou o nome para Antonio e ingressou na Ordem Franciscana, na esperança de, a exemplo dos mártires, pregar aos sarracenos no Marrocos. Um ano de catequese no Marrocos e segue para a Itália.
Indicado professor de Teologia pelo próprio São Francisco de Assis, lecionou nas universidades de Bolonha, Toulouse, Montpellier, Puy-en-Velay e Pádua, adquirindo grande renome como orador sacro no sul da França e Itália.
Santo Antonio morreu a caminho de Pádua em 13/06/1231 e foi canonizado 11meses depois de sua morte, pelo papa Gregório IX. Foi declarado pelo papa Pio XII, DOUTOR DA IGREJA, pela profundidade de seus textos. O franciscano, conhecido como Santo Antonio de Pádua ou Lisboa, tem sido ao longo dos séculos, objeto de grande devoção popular.
Seu dom era o dom da palavra, pois quando falava em DEUS, todos escutavam maravilhados. O seu santuário é o de “Santo Antonio de Roça Grande” em Minas Gerais. Esse santo é o nosso padroeiro também e pelas entrevistas dos romeiros é muito milagroso. Seu destaque foi também a oratória que cativava a todos. Fiquei muito curiosa com essa cidade. Um dia ainda vou visitá-la pela arte de Santo Antonio que não quis mudar de localidade. Para nossa Iperó aqui também ele está com o Menino Jesus nos braços a nos observar e proteger.
Jair Góes Vieira
Parabéns pelo belo trabalho. Iperó merece. Abraços!
Augusto Daniel Pavon
Dona Zazá, Olga, Inês, João, Rosa, Vicentina e Geninho… time bom, né não?
Parabéns pela sua família!
Marco Aurélio Carvalho
Sou filho de Olga Del Vigna Carvalho, médico em Piracicaba-SP, neto da dona Zazá (Filomena Del Vigna), primo da Márcia, Maria Inês, sobrinho da dona Inês, dona Vicentina, etc. Achei fantástico esse site. Estão de parabéns.
Augusto Daniel Pavon
Isso é muito bom de ser lido. Iperó não foi boa só pra "veiarada" (Cica, Fio curadô, Tanaka, etc...); continua sendo boa pra gente "nova" também!
Vera Maria Barbosa Cassu
Moro em Iperó há 23 anos e confesso que, logo que aqui cheguei, achei uma cidade pacata, mas com gente de boa índole e logo fui me relacionando com as pessoas, que por sinal nos tratavam muito bem. A família Mioni foi a primeira que nos acolheu com muito carinho. Devo muito à dona Carmosina e seu finado marido por serem tão hospitaleiros conosco. Minhas filhas foram praticamente criadas aqui, pois a maior parte de suas vidas está sendo vivida nesta cidade. Sou feliz nesta cidade, pois encontrei abrigo nos corações dos IPEROENSES. Muito obrigada pela oportunidade de poder contar um pouco da minha vida. Aqui é a minha casa. "Deus esteja sobre este lugar" e que aqui possamos em paz criar nossos netos que estão crescendo por aqui...
Paulo Sérgio Stefanelli Silva
Fantástico o acervo fotográfico! Muito completo e digno de ser parte do arquivo histórico de São Paulo!
Surpreendente abordagem, tanto textual, como fotográfica! Parabéns!
Vi durante longo tempo as diversas páginas desta maravilhosa história da cidade e de seu povo!
Vi uma cidade progressista fortemente ligada à riqueza dos tempos das ferrovias!
Muita saudade ficou na memória.
Gostei do poema "Detesto" no "O Jornal de Iperó", onde fala da janela do trem aberta na hora da curva...
Arnaldo Cerioni Filho
Tenho ótimas recordações de Iperó da década de 60, quando disputamos várias partidas de futebol defendendo o Clube Atlético Ferroviário de Presidente Altino. Lembro-me que o campo do Iperó era rodeado de eucaliptos e o gramado verde muito bem cuidado. Comentando um dia desses com meu amigo Roque Eid, que vive em Osasco, sobre uma dessas partidas, em que estávamos vencendo o ferroviário de Iperó em sua casa por dois a zero no primeiro tempo, disse-lhe que o juiz que apitara o jogo entrara em campo seguido por um cão de estimação que o acompanhou durante quase toda a partida. Era um juiz de pouca conversa com os jogadores e que apitava muito bem. O time de Iperó conseguiu marcar um gol no início do segundo tempo e continuou atacando com muita disposição para empatar o jogo.
Nosso goleiro chamava-se Joaquim de Moraes, o qual fez várias defesas mirabolantes, irritando os atacantes do Iperó, quando em um contra-ataque nosso time quase marcou o terceiro gol, não fosse o bom posicionamento do zagueiro Jairo, que morava em Osasco e jogava em nossa equipe, mas nesse dia resolveu jogar pelo Iperó, pois estava passando as férias na cidade. Finalmente, após começar a escurecer e decorridos cinquenta minutos de jogo no segundo tempo, o Iperó conseguiu seu gol de empate.
Era dia de Santo Antonio e à noite fomos passear na praça para ver a procissão passar, quando descobri que o ponta esquerda do Iperó era o tocador de pratos na banda da cidade. Nosso goleiro, após alguns anos, foi transferido para Iperó e passou a jogar no ferroviário e foi apelidado de Sabiá, pois conseguia voar de um canto ao outro com bastante elasticidade.
Qual não foi minha surpresa ao comentar o jogo com meu amigo Roque, quando ele afirmou que o juiz que eu acabara de descrever era seu falecido pai, o qual era dono de uma venda de secos e molhados na cidade. Vez ou outra, eu, meu irmão Adilson e nosso pai Arnaldo Cerioni costumamos visitar a chácara do Joaquim de Moraes (o “Sabiá”) em Iperó para recordar os tempos em que ambos trabalharam juntos como cabineiros na estação de Presidente Altino.
Roque Eid
Tanaka, meu primo do coração, um abraço! Acabei de conversar com o nosso querido Dr. Augusto Daniel e ele perguntou de você!
Acabei de ver no livro de visitas algo novo de Iperó! Saudades daquele nosso tempo de Iperó!
Um abração. Roque Eid.
Deus te abençoe!
Alice Farias Rodrigues
Sou estudante de arquitetura e gostei muito da matéria sobre a Flona.
Miguel Saad
Prezado Hugo, após algum tempo, a saudade retorna!
Pudera, a amizade não morre!
Abraços,
Miguel Saad
Márcia da Silva
Gostaria de saber sobre George Oetterer. Sou de Sorocaba e tenho um carinho especial por esse bairro de Iperó. Fiz muitos trabalhos com as pessoas menos favorecidas, quando eu trabalhava em entidade de Sorocaba, Proaprom. Como eu fazia visitas, em especial aí, nasceu esse amor pelas pessoas.
Hoje trabalho na “Cabana de luz” como uma das voluntárias.
Renata Carolina Gonçalves Justino
OLÁ, SOU ESTUDANTE DE GEOGRAFIA NA UFSCAR (SOROCABA) E EM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO, ESTOU COMO TEMA O BAIRRO GEORGE OÉTTERER. GOSTARIA DE SABER SE PODE ME ORIENTAR COMO CONSIGO ALGUNS MATERIAIS SOBRE O MESMO. OBRIGADA. AGUARDO RESPOSTA!
Marta Fátima Pereira
AMO IPERÓ!!!
Liráucio Zovaro
Para Udovaldo Jacques Eid.
Estou levando ao seu conhecimento, que por uma coincidência, hoje na estrada de Capela do Alto, encontrei com uns tropeiros com destino a Aparecida do Norte, onde conduzi-os até a saída dos Rosas, até Santo Antonio velho. Entre os tropeiros, estava um conhecido seu, Luiz enfermeiro, que trabalhou com você aí no Paraná, na COPEL. Eles saíram de Piraí do Sul em 05 de novembro.
Jefferson Duarte Brandão
Muito interessante o trabalho, pois retrata aspectos sobre a história, não só dessa cidade, mas também do Brasil.
Gláucia Araújo
Conheci Iperó em setembro deste ano e gostei muito da cidade.
Decidi até prestar um concurso que será realizado aí no dia 20/11/2011, para professor da rede municipal.
Se tudo der certo, irei embora de Santos rumo a Iperó.
Reginaldo Simões Venâncio
É com grata satisfação que parabenizo este site.
Tenho boas recordações da minha cidade natal.
Grande abraço e parabéns pela iniciativa.
Silvana Mello
Bendito Feriado! "Me esqueci do sabido para lembrar do esquecido!"
Muito bela esta frase; acho que é de Barthes. Dizem que nós, professores, primeiro ensinamos o que não sabemos e, depois, com vasta experiência, entendemos e explicamos o que sabemos. E assim começamos a ensinar os saberes.
Hoje se falou de muita coisa, hoje é um dia de um grande vazio para muitos e muitos questionam estes mares não navegados, mares que ainda desconhecemos... um dia iremos navegar por estes mares. A isto damos o nome de aventura suprema da passagem. É para isso que nascemos. Mas, aprendi com um professor, que devemos aprender os saberes do amor, da felicidade e do perdão, e aplicá-los em nossa vida.
Boa noite a todos os meus primos e amigos e uma linda semana... mas com muita saudade.
Elisabeth Rodrigues
Acho muito estranho que ninguém veja o que uma educação sem humanidades está fazendo ao homem. Ele perde suas ligações com a família, com o passado, todo o tronco, a tribo, aquele passado em que sempre viveu. Pensar que o homem nasceu sem uma história dentro de si próprio é uma doença. É absolutamente anormal, porque o homem não nasce da noite para o dia. Nasce num contexto histórico específico, com qualidades históricas específicas e, portanto, só é completo quando tem relações com essas coisas. “Se um indivíduo cresce sem ligação com o passado, é como se tivesse nascido sem olhos e ouvidos, e tentasse perceber o mundo exterior com exatidão. É o mesmo que mutilá-lo.” (Carl Jung)

Para o BANDEIRANTE Hugo:
Circuito italiano de TURISMO RURAL, grutas do Bacaetava na cidade de Colombo/PR.
Por sinal muito linda. Ainda quero visitá-la. Gruta do Bacaetava, descoberta há 106 anos, formada por duas galerias com 250 m de extensão. Dentro dela corre o rio BACAETAVA, que significa “casa de pedra”, palavra indígena. Será que além da gruta do padre, lá no morro de Ipanema, existiria uma casa de pedra nas redondezas de Bacaetava? Aposto que sim e com a entrada coberta de mato... que medo!
Ubirajara Moraes
Boa tarde!
Caro Valter, aqui em Itapetininga tem alguns Silva Santos, por sinal gente muito boa! O patriarca dessa família foi maquinista da extinta Estrada de Ferro Sorocabana. Nasci em Iperó e pelo que você escreveu, acredito que deverá gostar de residir em Iperó, terra de amigos e gente trabalhadora.
Mas o que me leva a "assinar" o livro é a coincidência de tratamento médico que minha esposa recebeu, também em Sorocaba, e na época com problemas de vesícula. Os médicos que a atenderam não conseguiram diagnosticar o problema. Como era final de ano, deram alta hospitalar e a minha esposa acabou saindo do hospital pior do que entrou. Por fim, levei-a para Campinas, mas era tarde. Acabei perdendo minha esposa, que faleceu também.
Valter Silva Santos
Eu, particularmente, tenho muita vontade de morar numa cidade assim: pacata e onde a gente pode conhecer Deus e todo mundo. Gosto muito da natureza e pelas fotos vejo que nessa cidade tem uma grande área verde. Sou natural de São José dos Campos/SP. Residi em São Paulo, onde fui criado e trabalhei por alguns anos. Três anos após ter me casado, fui transferido para a cidade de Capivari, onde criei meus três filhos e me aposentei na Polícia Civil. Gosto desta cidade, pois aqui criei meus filhos sem a preocupação com a cidade grande. Hoje todos formados: a filha casou-se e reside em Sorocaba onde trabalha na PUC. A minha esposa, natural da cidade de Monte Mor, também criada em São Paulo, infelizmente a perdi em 2009, na cidade de Sorocaba, por negligência médica em uma cirurgia da vesícula. Os médicos estão sendo processados, dois ao todo. Depois de aposentado, residi em Sorocaba durante doze anos e que por questões de estudo na Faculdade de Direito - CEUNSP/Salto voltei a residir em Capivari pela distância entre a faculdade e a minha residência (Capivari é mais perto). Atualmente, estou pensando em voltar a residir em Sorocaba ou talvez até numa cidade como essa Iperó, pois aí tenho a certeza de que estou mais perto de Deus.
Linda cidade! As fotos tocaram em mim!
Délcio Novais Melo
Morei em Iperó anos atrás. Convivia muito com o sr. Godóis e família; Zeca, na família do professor Branco, que preciso falar com ele urgente. Escrevi um hino para Iperó e foi arranjado pelo sr. Godóis. Hoje moro na cidade de Cuiabá/MT e fiquei muito feliz em ver o portal da cidade que me deixou muitas saudade. Eu morei juntamente com meus pais, Daniel Souza Melo e Zulmira Novais Melo, em frente à casa do sr. Benedito Valário. Fomos morar nessa cidade através do filho do sr. Valário, que trabalhava no banco juntamente com o meu irmão.
Ubirajara Moraes
Cara Elisabeth,
Você questiona muito bem a falta que faz o estudo de humanidades. Por coincidência, vi essa crítica hoje no blog do jornalista Reinaldo Azevedo, quando disse: “O Enem hoje serve para que estudantes escolham vagas em universidades públicas. É a federalização do vestibular — um vestibular, diga-se, de péssima qualidade, inepto, especialmente na área de língua portuguesa e humanidades. O vazamento da prova indica que um grupo selecionado de estudantes competiu com os demais em condições desiguais.”
Elisabeth Rodrigues
Na minha opinião não existe a palavra demolição para as coisas relacionadas à antiga ferrovia que corta a nossa cidade e também nos corta o coração ver o estado de abandono em que as coisas se encontram. Agora, peraí... as casas estão desabitadas? Talvez fosse preciso envolver as escolas, a comunidade nessa história de resgate, ou seja, mais conscientização. O barranco está desmoronando e rua que tinha uma largura normal quase nem existe. Se eu sou moradora na rua, para que minha casa não se abale e role barranco abaixo, o que eu faço? Deixo por conta da chuva? Pego uma enxada e vou compactando e recuperando o que já foi transitável e bem cuidado? Acho que deve haver mudança de atitude. Cada um cuide do seu quadrado, assim como eu faço. Reciclo o meu lixo, economizo força, água, limpo minha calçada na medida do possível e xingo quem traz cachorro pra sujar a frente da minha casa. Se não vejo o dono infeliz, pego com a pá e cato o cocô, apesar de não ter cachorro, pois o chão que pisamos é sagrado e deve ser respeitado. As pessoas estão se fechando em suas paredes e nesse mundo consumista estão consumindo até iniciativas para que possamos viver num mundo mais bonito, mais limpo, mais humano. Não quero ofender ninguém com esse meu texto, mas é preciso entender que a vida desse planeta está somente em nossas mãos e as crianças que ainda vem chegando merecem um mundo mais bonito, merecem experimentar frutos, sentir sabores e sentir os perfumes das coisas de DEUS. Tudo isso, nós crianças iperoenses desfrutamos e queremos o mesmo e muito mais, para quem faz parte desse pequeno pedaço de mundo ou ainda vai fazer...
Augusto Daniel Pavon
"The dream is over" só existe em nossas memórias. Queremos tombar e restaurar a história informal da cidade.
É muito terreno! De quem é? Federal, Estadual?? Quanto tempo levará, não sei. Mas sei, penso, que a memória deva ser preservada com uma ou duas casas, dentre as mais conservadas, e o resto derrubadas. Não há dinheiro que as restaure (todas!) e, mesmo que houvesse, pra quê? É todo um imenso terreno que definido como do município, terá que ser redesenhado. Não é só da Porfírio. Vá ao barranco, vá à vila do Depósito. É o ‘ó do borogodó’, prá não dizer o ‘-u du piru’. Às vezes, penso que aquilo tornou-se o "mapa do inferno". Com relação às propriedades privadas, penso que deve ser cobrada, de alguma forma, a preservação. E chega, que já pensei demais!
Ângelo Lourenço Filho
Hello, August!
Rs... você tem razão... o importante é jogar lenha na fogueira e que se discuta a questão, para quem sabe salvar qualquer coisa.
Abraço!