Livro de Visitas

A partir deste LIVRO DE VISITAS, conforme surgem novos relatos sobre Iperó eles são acrescentados aos “Fragmentos de história”. É um espaço idealizado originalmente pelo Augusto Daniel Pavon. Com pequenas crônicas, juntamos várias peças do grande quebra-cabeça que é a história de uma cidade como a nossa.

É o próprio Pavon quem explica: “Para resgatarmos a história não bastam fotos e opiniões de pessoas queridas ou simpáticas. Precisamos garimpar. E ainda é possível: pessoas que viveram, registraram, se empolgaram, têm senso crítico e possam nos dar uma sequência histórica aos fatos. A ideia é simples: com as nossas recordações e histórias, nos utilizando de narrativas, descrições e crônicas, resgatar dados para subsidiar a história informal de Iperó. Com isso, ofereceremos uma visão da dinâmica de vida da época.”

Portanto, fica o convite para que cada um deixe uma mensagem ou escreva as suas histórias vividas em Iperó. São registros muito importantes.

Obrigado e um grande abraço a todos,

Hugo Augusto Rodrigues

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467 entries.
Ângelo Lourenço Filho
Oi, caro Genésio. Estou feliz de você ter feito contato. Eu descobri o site do Hugo por acaso, fazendo uma pesquisa para um amigo sobre a Fazenda Ipanema. Depois disso, achei interessante participar de alguma forma. Estou me divertindo muito. Já são inúmeras pessoas que estamos reencontrando. Gente de Jundiaí, Campinas, São Paulo, Tatuí, Iperó e Boituva. Apesar da minha mãe já com 84 anos ainda morar em Iperó com a irmã caçula, eu não consigo, nas minhas andanças por lá, reconhecer quase ninguém mais. Eu vim embora muito novo para Osasco. Foi em 1970. Em Osasco, construí uma família e hoje já sou avô. Enquanto se ainda tem tempo de vida, é maravilhoso imaginar que podemos retroceder no tempo e voltarmos a ser crianças novamente e reflorescer a inocência perdida. Estamos tentando com o Hugo agendar uma data, para nos reunirmos em algum canto por lá. Com relação ao Tabajara, certamente você não o conhece, porque eu também não o conheço pessoalmente. Mas ele é um que insiste que a gente se encontre.
Mês que vem seria ótimo. Tem a festa de Santo Antonio e aquele quentão gostoso.
Abração!
Elisabeth Rodrigues
Oi, Genésio. Tenho dado uma espiada nos escritos desta página. Que bom que estamos todos nos reencontrando através da LITERATURA e discorrendo lembranças tão preciosas que fazem parte de nossa HISTÒRIA para que ela tenha nova significação. As palavras, escritas ou faladas, nos tornam vivos e lembrados. Esse é um risco a correr, pois nos expomos por inteiro. Quando você encontrar sua poesia sobre Iperó, poste-a aqui nesta página para que todos a conheçam .Você citou fotos que você tirou na cidade. Cada pessoa tem o seu olhar particular para fotografia e eu gostaria de saber como olha Iperó um iperoense que esteve fora, que vê a cidade agora. O que chama a atenção, o que o alegra, entristece, etc.
Por ora é só.
Elisabeth
Ângelo Lourenço Filho
Gente, que emoção reencontrar o amigo, irmão, "nosso poeta" Genésio. Dias atrás, a Iraci que mora em Botucatu perguntava pelo poeta de Iperó. O José Roberto Moraga me passou um e-mail dizendo que você havia aparecido. Coincidências? Penso que não. Penso que nada acontece no universo por acaso. Carinha, colabore com o site. Escreva, que eu sei que você faz isso magistralmente. O Hugo, o Augusto, o José Roberto, o Tanaca, o Tabajara e todos os demais que hoje somados são tantos, se sentirão orgulhosos com a vossa colaboração.
Abraço.
Hugo e demais contemporâneos com os quais eu convivi um dia,
Na solidão da internet, acompanho estas páginas faz um bom tempo. Li todos os textos, vasculhei todas as fotos. Isso por que Iperó tem tudo a ver comigo, com a minha infância, com a minha cultura e com a minha família.
Vindo de Itapeva (acompanhando meu pai, ferroviário pela vida inteira), cheguei em Iperó em 1963. Daí, em 1971, segui o caminho do trem, em direção a São Paulo, onde hoje me considero um bicho urbano adaptado. Vivi em Iperó minha pré-adolescência (seja lá o que isso represente!) e minha adolescência, e isso está muito enraizado em mim. Cursei o meu "ginásio" no "Mário Vercellino" em Boituva, e no "Gaspar Ricardo Junior" em Iperó. Frequentei também outro "Gaspar Ricardo Junior", uma escola da ex-Sorocabana, em Sorocaba. Lá, fiz um tal de CFT (Curso de Formação em Transportes) e me formei telegrafista, muito provavelmente influenciado por meu pai ferroviário. Mas não trabalhei na Sorocabana, embora eu tenha sido estagiário, aí mesmo em Iperó, durante o curso. Naquela época, as ferrovias, como meio de transporte de passageiros interioranos, já sinalizavam os seus estertores. A rodovia Castello Branco, por exemplo, estava em construção.
Os meninos e meninas que aqui fizeram seus relatos, pessoas da minha geração, conheci boa parte deles. Também conheci outros que foram citados nos relatos. De alguma forma eles compuseram a minha adolescência, alguns mais, outros menos. Recentemente, via "orkut", a Elisabeth Rodrigues, me pediu cópia de um poema que (ela me lembrava!) eu, na adolescência, havia feito sobre Iperó (uma Iperó do futuro!). Fiquei de providenciar e não providenciei, por enquanto. Mas promessa é dívida!
Mais recentemente ainda, coisa de uma semana, estive aí em Iperó, visitei locais que fizeram parte direta de minha "infançolescência", tirei muitas fotos. E rapidamente, revi algumas pessoas: o Ivan e a Diva Leite, o Zé Roberto (Tiguera!), o Cica (Afonso Mioni!), o Ed Domingues, o Giba, o Jacques Eid, o meu xará Genésio Paula Leite. Com o Ivan e a Diva, trombei quando eu estava tirando fotos da casa onde eu, meus irmãos e meus pais morávamos, na atual Rua José de Moraes. Da casa onde morávamos anteriormente, na "Turma 1" de propriedade da ex-Sorocabana, não há nem vestígio. Mas tirei fotos do local.
Estou misturando pessoas e locais. As pessoas dão vida aos locais e os locais me fazem lembrar das pessoas.
Também recentemente, adquiri em sebos, via internet, dois livros - "Caminhando e cantando e contando" e "Meu coração é o meu maior tesouro", ambos de Ângelo Lourenço Filho. Fiquei curioso e quis conhecer o que o "Gilo" anda escrevendo. A leitura do primeiro já está em andamento.
Parabéns aos memorialistas das páginas do "Cidade de Iperó". Abração a todos.
Precisamos nos rever de alguma forma.
Carlos Brasil
Gostei muito das fotos, principalmente do futebol do Sorocabana, não só por que eu joguei pelo menos um pouquinho, mas pela minha família que em alguns momentos prestou bom serviços ao futebol iperoense, que hoje anda muito esquecido.
Venero outros nomes que fizeram parte dessa história, que hoje ainda perambulam por essa cidade esquecida, que ficam esquecidas, devido ao aculturamento de nossa sociedade atual.
José Roberto Moraga Ramos
Caros, acho que passou despercebido por mim alguma referência ao Chico Padeiro e à esposa dele, dona Maria. Lembro-me bem da figura divertida e engraçada até. Porém, não lembro de nenhuma história dele. Aos decanos desta página, se possível, escrevam sobre ele. Uma figura ímpar da terrinha. Parece-me que o sr. Chico foi reserva do Tanaca (rs) no glorioso Sorocabana Esporte Clube.
Ruth Rosa Simonetti de Castro França
Sou de família iperoense que chegou a essa cidade quando ainda se denominava Santo Antonio, em 1934, sendo uma das primeiras famílias a se fixarem na cidade. Meu avô, Vital da Silva Rosa, foi também um dos primeiros comerciantes. Com grande emoção, revi as fotos e lugares da minha infância e a maior parte da minha família continua morando aí em Iperó. Quero parabenizá-lo pela brilhante iniciativa de perpetuar a nossa história.
Iraci
Hugo,
Parabéns pelo site! Brilhante em todos os aspectos!
Quem me falou do site foi o iperoense Ângelo (Gilo), isso há menos de uma semana, e desde então tenho lido e visto as fotos.
Eu morei em George Oetterer e estudei em Iperó nos anos 1968 e 69. Fui colega de classe do José Roberto, éramos amigos e me lembro do belo casal que formavam, ele e sua tia Mariza. Eu mudei pra Botucatu no final de 1969 e nunca mais voltei à região que na época não pertencia a Iperó e era, não sei o que, um lugarejo chamado George Oetterer.
Triste saber que até o morro de Ipanema que eu, nítida e claramente avistava da casa que eu morava, está sendo lapidado.
Abraços a todos iperoenses. Fiquem com Deus.
Botucatu, 19 de abril de 2011
Márcia Ismael
Olá, visitamos a Floresta Nacional de Ipanema e adoramos!
Postamos em alguns lugares e utilizamos este site para dar mais detalhes do lugar, que está riquíssimo!!!
Segue abaixo os links, caso queiram nos fazer uma visitinha.
Grande abraço!
Hugo Augusto Rodrigues
"Cidade de Iperó" - um ano!!!
Era 8 de abril de 2010 quando lançamos este novo espaço. E quanta alegria de lá pra cá!
O sucesso do site é bastante grande. Muita gente se juntando a nós. Novas histórias, novas imagens. O quebra-cabeça sendo montado.
Agradeço a cada um que ajudou a chegarmos até aqui. E convido mais pessoas para que também participem. Escrevam suas memórias. Convidem outros a visitarem o site. É nosso site! É de cada um de nós que se propõe a relembrar Iperó! É a nossa história!
Grande abraço a todos,
Hugo.
Hugo Augusto Rodrigues
Era um terreno imenso pelo que consta. O equivalente a uns 200 campos de futebol!!!
José Roberto Moraga Ramos
Apenas a título de curiosidade: sempre soube que Rita Motta recebera uma casa (existente até hoje no final da Rua Silvano Mioni com a São Bento) da Sorocabana em troca da área para instalações da ferrovia. Lendo a escritura, a área foi comprada por 9 contos, trezentos e vinte e três mil réis, com o compromisso de a ferrovia construir uma casa para Rita Motta tendo em vista a demolição de uma casa existente onde seria o canteiro de obras.
A área adquirida pela Sorocabana foi de 216.248 m2. A referida casa pertence hoje à sra. Luiza Gamero Eid.
Ângelo Lourenço Filho
Parabéns ao blog. Quanta saudade de tantos amigos!!!
Gostaria demais de fazer contato com o "Zé Tiguera", que deve ser o José Roberto Moraga Ramos (rs), também com o Adroaldo Jacques Eid (grande amigo), com a Eliana Gasparini Del Vigna (colega de adolescência) e a todos que queiram partilhar de doces lembranças.
Abraço a todos os iperoenses.
Eliana Del Vigna
Pessoas amadas da nossa IPERÓ.
José Carlos Paes
Lendo as matérias, observei que o Augusto Daniel indaga ao Zé Tiguera sobre um tanque onde ia pescar e cita a sra. Clara. Já conversei com o Tiguera e informo-lhes o seguinte:
- O tanque trata-se de um açude que o sr. Antonio Francelino havia feito para domar cavalos que costumavam se deitar ao serem montados. Ficava situado onde hoje é o bairro denominado Carijó, em função do apelido do filho do mencionado senhor com a segunda esposa.
- A sra. Clara foi a primeira esposa do sr. Antonio Francelino, morava do lado direito da Av. Emilio Guazzelli, sentido Sorocaba, em frente ao tal tanque que ficava do lado esquerdo dessa avenida. Ela faleceu entre os anos de 57 e 59, vítima de descarga de raio. Era irmã do sr. Pedro Claudio e da sra. Luiza (esposa do sr. Pedro Rezende).
Claudemir Vasconcelos
Hugo,
Parabéns pelo site que possui vasta informação sobre o Morro de Ipanema e sua história, com excelente material fotográfico.
Além da preservação, é também importante incentivar o turismo para o local. Para tanto deve haver um processo de colaboração com os municípios da região: Iperó, Sorocaba, Araçoiaba da Serra, Capela do Alto, Boituva. Sugiro elaborar um relatório e encaminhar às prefeituras para os setores competentes.
Poderia haver um trem turístico com maria-fumaça saindo de Sorocaba até Varnhagen ou mesmo Iperó. Não se deve deixar passar em branco os 200 anos da Fábrica de Ferro de São João do Ipanema. A região é riquíssima do ponto de vista natural (geologia, geomorfologia, vegetação), história, arquitetura, agricultura, etc.
Um abraço,
Claudemir
Olívia de Abreu
Moro aqui desde 1994, gostei muito do site e pretendo visitá-lo mais vezes!
Parabéns por todo esse resgate.
Obrigada!
Carlos Vanderlei de Melo
Parabéns pelo site, Hugo!!!
Ubirajara Moraes
Carlos R. Almeida me fez lembrar Carlino R. Camargo, maquinista em Itapetininga. Grande Carlino! Lendo os comentários do Carlos R. Almeida, lembrei da situação que tão bem ele definiu, sobre atrasos de trens que ocorriam por volta dos idos de 1960. À época eu era telegrafista. Lembro como se fosse agora o absurdo daqueles atrasos. Parece que tudo isso aconteceu quando resolveram detonar as ferrovias em prol das rodovias. Confesso que tinha vergonha de ver a composição de passageiro parada na estação, com mulheres, crianças, alguns até doentes em busca de médicos, às vezes em viagens longas, aguardando linha por até mais de uma hora. Sem falar nos acidentes. Então, aí a coisa ficava complicada. O mais grave é que muitas vezes os trens de passageiros ficavam retidos em estações pequenas sem recurso algum. Além desses atrasos, diziam à época que a prioridade era o transporte de cargas. Quem quisesse viajar, que fosse de ônibus: era mais rápido! Absurdo! E tem mais: testemunhei outro absurdo que era o aumento das tarifas de transporte de cargas, que começaram a ocorrer quase semanalmente. Então, cito o que vi: na estação de Rechã, no ramal de Itararé onde trabalhei, era feito carregamento de madeira de eucalipto, que seguia para a siderúrgica de Volta Redonda. Acontece que o aumento constante das tarifas acabou por desestimular o transporte por via férrea. Lembro-me do dia em que o gerente da fazenda Monte Verde me disse: “Agora não vamos mais despachar cargas pela via férrea; o transporte rodoviário ficou mais barato!”
Foi assim. Um desmanche sistemático das ferrovias!
Hoje restou-nos (ex-telegrafistas e ferroviários em geral) um encontro anual no mês de dezembro, aqui em Itapetininga, no restaurante do Fishing Park, onde almoçamos. Para quem se interessar, há camisetas com o logotipo da “E.F.S” como lembrança. Nesse evento comparecem antigos colegas de várias cidades, como Sorocaba, Assis, Tatuí, Itapeva e outras.
A MEMÓRIA FERROVIÁRIA não pode morrer pelo que as ferrovias representam para o desenvolvimento do País!
Louvamos o trabalho que o Hugo desenvolve para preservar não só a história da cidade de Iperó, mas também a da ferrovia.
E já que falamos em MEMÓRIA FERROVIÁRIA, por que não lançamos a ideia da elaboração de projeto de um MUSEU FERROVIÁRIO EM IPERÓ de proporções que estejam à altura da moderna museologia? Não apenas um arremedo de museu ferroviário…
Carlos R. Almeida
Tenho muitas recordações de Iperó, entroncamento para a linha de Itararé.
Duas rápidas:
- Certa vez vindo de Itapetininga no MS 6 (1 carro) chegamos em Iperó as 18h30. Devido o atraso (Mais de 4 horas) do trem no qual seriamos conectados (P 4), foi designada uma locomotiva elétrica para nos levar a São Paulo. Naquele momento passava o LR 8 cujo horário era 13h39. E tudo debaixo de chuva torrencial.
- Em outra oportunidade, também regressando de Itapetininga com o P 2 (Horário em Iperó 08h12), ficamos retidos aguardando o trem de conexão (N 4, procedente de Maringá) por mais de 2 horas. Não havia locomotiva disponível.
Memórias, memórias...
Odacir Peixoto
Acabei de ler as notícias deste site e, ao entrar, foi como entrar no túnel do tempo. O nome dos grandes professores que tivemos, as fotos, alguns amigos, muitos dos quais partiram deste planeta só nos deixando saudades!
Ao mesmo tempo, me deixam triste e contente. Triste pelo descaso das autoridades, pelo abandono da nossa querida Iperó, daquela que foi nosso berço de civilização, principalmente o meu, onde aprendi me espelhando na conduta e procedimento do saudoso Benedito Paula Leite Júnior (o “Dito da Loja”) a ser gente grande. Quanta coisa boa aprendi com esse grande homem e competente empreendedor que Iperó conheceu. Claro que outros grandes empreendedores na época pisaram em Iperó, tais como, Augusto Garcia, Luiz Ramos, Abílio Nacif, José Calixto, Calil Eid, Amadeu Eid, Felício Eid, Adib Eid, Vital da Silva Rosa, Alfredo Del Vigna, Orlando Ferreira, Dona Sada, Gumercindo de Campos, Joãozinho Domingues, Alfredo Sartorelli, Carlito Sartorelli, Orlando Sartorelli e muitos outros, cujos nomes não me lembro no momento e por isso peço desculpas por não apresentá-los no rol.
Contente por ver a mobilização de todos os articuladores que se apresentaram neste site, demonstrando-nos que podemos e devemos fazer a diferença e resgatar a memória de Iperó. Meu tempo não é muito, mas dá e prometo fazer alguma coisa.
Estou tentando achar alguns dos "perdidos" por vários caminhos.
Um abraço a todos!
Parabéns ao Hugo Augusto Rodrigues pelo seu esforço incomensurável objetivando resgatar a memória de nossa querida e inesquecível Iperó!
Odacir Peixoto
Aparecido J. Quevedo – Cidinho
Sou filho vizinho dessa terra maravilhosa. Meu pai foi vereador de Iperó, por Bacaetava, onde morou durante a vida inteira. Tínhamos terra na região. Meu avô, João Antunes Quevedo, era agricultor forte de algodão e feijão na região do Morro, da Fazenda Velha. Tenho a arvore genealógica da família, que foi desbravadora de Bacaetava.
Meu falecido pai teve armazém de secos e molhados durante mais de 40 anos. Era o único do lugar. Durante muito tempo recebíamos mercadorias pelo trem da E.F.S para suprir os estoques.
Estudei no ginásio em Iperó e parte do colegial também no Gaspar Ricardo. Tenho muitas lembranças daí e amigos.
Quando via as fotos, parecia que estava vivendo de novo aquilo. Vi fotos de meu pai no time do Sorocabana e na Câmara Municipal. Sou do mesmo tempo do Alsemir, do Inho, do Gersinho e de muitos outros que estudaram comigo. Afinal, quem não conheceu a nossa turma?
Estou à disposição.
Parabéns a você ou a vocês que construíram esse site. Tenho fotos de meu pai, que talvez sejam importantes para vocês.
Atualmente, moro no MT, sou professor e tenho um casal de filhos em Sorocaba, do primeiro casamento, e uma menina do atual. Mas é assim: a história é uma ferramenta para vermos a capacidade construtiva ou destrutiva do homem no decorrer dos séculos.
Um grande abraço.
Cidinho
Dinalva Torres
Caro Hugo,
sou professora e coordenadora de uma escola em São Paulo e estou orientando alguns professores que promoverão uma visita com alunos em Iperó.
Visitei o site e o achei maravilhoso. Bem construído e com conteúdo espetacular.
Parabéns.
Atenciosamente,
Dinalva.
Augusto Daniel Pavon
Grande Hugo!!! Quando eu era menino (e faz tempo pra cacete), ou mais até (sou mais novo que o Tanaka), nos idos anos cinquenta, a estrada que ligava Iperó (cidade) à "PONTE DE TERRA" (assim era chamada a ponte velha que ligava, pela estrada, Iperó a Boituva) começava no fim da Porfírio, seguindo além da antiga casa da banda, pegava o DESCIDÃO DO “HAMIRTO PRETO”, passava por cima da linha do ramal de Tatuí e logo à esquerda havia uma casa onde morava a dona FIGÊNIA (Efigênia), mulata de cabelo "pichaco", mãe de um rapaz chamado João, cujo pai que vivia com a Figênia, é claro, era um homem "vermelhão", de calças longas e soltas, simpático, italiano, chamado Luiz Rossi. Era o "faz tudo": pedreiro, limpava terreiros, plantava jardins, enfim, resolvia qualquer problema. Abaixo do campo de futebol, descendo em direção à "linha do trem", lado oposto ao posto de gasolina do Marcos, era um terreno enorme que pertencia ao sr. Luiz Rossi. E apesar de minha idade, entre 8 e 10 anos ( o Tanaka tinha uns 15 e o Airton uns 13), eu me lembro porque meu avô Augusto comprou todo o terreno que pega, acho eu, toda a Vila Augusta e vai até a linha, onde ele fez uma bela chácara, muitas frutas e um grande "apiário": criava abelhas e colhia o mel. Ele tinha uma vestimenta toda especial para cuidar das abelhas e não ser picado. Eu tinha uma igual, própria ao meu tamanho, para ficar junto a ele no apiário. Um beijo no seu coração, grande Hugão!!!

Ainda sobre o sr. Luiz Rossi, ele como nome de rua, um homem simples, sem muita expressão, é uma coisa muito bonita, exatamente como Iperó. Não sei de outra cidade que faça isso. Eu não concordo com as mudanças ridículas que fazem com gente de Iperó, como por exemplo o campo de futebol que era Horácio Hugo de Moura (um senhor chefe de estação que muito fez por Iperó), despencou do trono para que subisse o sr. Bertolli (outro chefe de estação que também foi muito ativo), e na festa veio a viúva sra. Eulina e o filho Zito, e depois, sem mais, vira Praxedes. O P.A., que tinha o nome de Orlando Ferreira, pessoa maravilhosa que tinha uma farmácia e muito ajudou as pessoas em Iperó, numa época em que médico não era fácil, foi desbancado sem mais. Já no caso do Silvano, achei que foi bom, porque foi trocado o nome de uma personagem importante, por alguém da cidade, como penso ser o correto. Além do que, o Silvano foi um grande "sãopaulino". Tá cheio de rua para se dar nomes. Não precisa "rancar dum pá dá protro", é não?

Dentre os e-mails que circulam, tem "corrido" um que faz uma comparação das mudanças na psicologia da educação (pais), do ensinamento/educação (professores), entre os anos 50 do século passado e o ano 2011 deste século. Também há um comparando o modo de vida entre os mesmos anos. A comparação sempre pende "pros anteriormente". Há exagero, evidentemente. Se quisermos, e não nos apegarmos somente ao passado, coisas maravilhosas existem agora. Penso que antes o relacionamento entre as pessoas era muito melhor, e hoje a evolução tecnológica é fantástica. Porém, me parece que as nossas recordações são boas, agradáveis e também entusiasmam as pessoas mais jovens que as leem. A idade nos permite, e até com facilidade, que busquemos "lá no fundo de nossa memória" essas recordações. Já, ao contrário, a mesma idade nos trai em coisas recentes. Com facilidade trago lembranças da infância, adolescência, todas boas; não que inexistam as tristes. De Ataulfo, “Que saudade da professorinha, que me ensinou o bê a bá, onde andará Mariazinha, meu primeiro amor, onde andará? Eu, igual a toda meninada, quanta travessura fazia, jogo de botão pela calçada, eu era feliz e não sabia!” Tudo isso pra dizer que na minha formatura do "primário", em 1959, professora Mirtes (muito boa!), eu fazia parte do coral organizado por uma professora de nome Sumaia ou Soraya (falha-me a memória, nome muito estranho, a mim pelo menos, numa época em que pululavam Marias). Coral que iria cantar na noite da minha formatura, no "glorioso" Sorocabana Esporte Clube, o cinema. Evidente que muito ensaiamos o "Hino Nacional" e a professora nos ensinou que, quando cantamos, não terminamos uma palavra com "te" ou "ti", mas com "tchi". Por exemplo: ‘evidentchi’. Dizia ela que ficava mais "chique". Bem, há uma música de Ary Barroso, compositor e locutor esportivo carioca, o mesmo de "Aquarela do Brasil", que esteve com Carmem Miranda uma vez na Bahia, Salvador, e fez "Na Baixa do Sapateiro". Esta seria a única que cantaríamos após o Hino Nacional. Muito ensaiamos e a cantamos naquela noite, para mim mais linda que a noite de minha formatura na universidade, pois foi a primeira, e todas as pessoas importantes que eu amava, lá estavam, vivas, encarnadas. Até hoje eu a canto no meu banheiro. Nunca me esqueci da letra e canto com "tchi". Continua linda!
Estive recentemente em Salvador e vi uma placa indicativa mostrando a localização da "Baixa do Sapateiro". É assim chamada, porque é uma baixada onde haviam sapateiros. Eu me emocionei, parei e do alto de uma pequena colina (acima da baixada), fiquei olhando por um tempo. Se não é tão linda hoje, pareceu-me maravilhosa. E fui de 2011 a 1959. Lembrei-me de que "... na Baixa do Sapateiro, conheci um dia, a morena mais frajola da Bahia. Pedi-lhe um beijo, não deu. Pedi-lhe a mão, sorriu. Pedi-lhe um abraço, não quis dar. Fugiu..." e vai por aí, numa música muito bonita. Em Salvador, eu estava em Iperó, naquele momento, em minha memória, tão capital como ela, na noite de minha formatura, cantando, feliz com a minha gente. Cantando "Na Baixa do Sapateiro", usando os "tchi" como nos havia ensinado a querida professora Sumaia (ou será Soraya?). Minha memória está falhando para coisas recentes: 1959...
Leandra Mara M. Figueiredo
Parabéns por seu trabalho. Ficou muito lindo este site com fotos antigas.
Nos emocionou muito ao ver nossos entes queridos como Lucas Figueiredo, Orlando Canal, Antonia Canal sendo homenageados.
Um muito obrigada e um abraço!
Karina Lolli
Nossa, maravilhoso recordar tempos bons que não voltam jamais...
Tenho várias fotos que acho que iriam ficar muito boas aqui. Gostaria de saber como posso enviar. Tenho um arquivo dos carnavais, tenho algumas coisas e gostaria de poder participar com meus arquivos. Favor, entre em contato pelo e-mail e parabéns! Tudo muito lindo. Conhecer um pouco mais de nossa querida cidade que amo tanto.
José Luiz Sanches
Trabalho espetacular, que dispõe um acervo de valor inigualável, uma rica fonte de pesquisas e conhecimento da história.
PARABÉNS!!!
Cristiano Soncim
Hugo, parabéns pelo site que você fez a respeito da história da nossa tão amada Iperó.
Gostei demais. Hoje parei para dar mais atenção!!! Que você possa ainda ter muito sucesso nesta área de jornalismo. Parabéns, meu grande amigo!!!
Se você for fazer alguma atualização ou alteração, gostaria de pedir para postar a história do meu avô Gumercindo, que benzia crianças e teve 23 filhos. É pai da minha mãe e faz parte da família Antunes. É uma grande história e muitos em Iperó e região o conheceram!!! Se puder, agradeço.
Valeu!!! Abraço...
Anita Leocádia Américo Collaço
Eu morei nesta cidade de 1966 a 1979. Estudei no Gaspar e no Henory... tempos maravilhosos aqueles. Morava na Rua Porfírio de Almeida em frente a barbearia do seu Agenor. Brincávamos muito na rua, de queimada, esconde-esconde, etc... era tudo muito mágico! Depois, vieram os bailinhos, primeiro nas casas, depois no clube Sorocabana e Esplanada. Muito bom e saudável era aquele tempo. Aliás, foi lá no Sorocabana que conheci meu marido. Dia inesquecível.
Enfim, sempre visito este site para que as melhores lembranças de minha vida voltem como se fosse uma mágica. Consigo ouvir os risos das crianças brincando na rua, o barulho das festas que faziam parte da cidade, as conversas na escola, os desfiles. Tudo muito bom.
Tenho saudades de tudo, das pessoas, do meu pai que adorava participar de tudo para ajudar em prol desta cidade.
Enfim, agradeço a você por este projeto maravilhoso trazendo às pessoas recordações desta cidade que guardo com carinho no meu coração.
Paulo S. Araújo
Venho por essa , em nome de meu pai Ary Araújo, agradecer a todos aqueles que por uma simples lembrança, nos proporcionaram muitas alegrias. Gostaria muito que o sr. Tanaka, sr. José Moraga e todos aqueles que conhecem meu pai, entrassem em contato com ele. Ele ficaria muito feliz e nós da família Araújo também!!! Obrigado a todos!!!
Hugo, conheci seu site através do Ronaldo Messias, um apaixonado pela IPANEMA, como você. Parabéns pelo valioso resgate em fatos e fotos da FAZENDA IPANEMA, de onde guardo boas recordações da época em que lá estive, fazendo o meu Curso de Piloto Agrícola no CENEA (XIIIº CAVAG,IIª Turma,1979). Fiquei feliz em ver algumas fotos da Fazenda Ipanema, do meu arquivo, no seu site. Por favor, me passe seu endereço de correio para que eu possa lhe enviar um CD com mais fotos daquela época. O trabalho de pesquisa que está fazendo vai perpetuar para a eternidade e será realmente de grande utilidade. Continue assim.
Abraços,
Delfino

www.aventureirosdoar44.blogspot.com
Benedito Alberto Domingues
Bom dia, Hugo.
Estou feliz por conhecer o site. Parabéns. Nasci em fevereiro de 1950, morei na Fazenda Ipanema de 16/02/1956 a 20/11/1966. Meu pai, Benigno Domingues, era ferroviário, operador da subestação da E.F.Sorocabana, estação de Varnhagen. Fiz o curso primário (1ª a 4ª série) na Fazenda, no "Grupo Escolar Rural Adolfo de Varnhagen". Depois, a 5ª série em Sorocaba no "I.E.Matheus Mailasky". Depois, o ginásio em Sorocaba no "I.E.Dr.Júlio Prestes de Albuquerque". Formei-me em Letras e em Administração de Empresas em São Bernardo do Campo, onde ainda moro e trabalho.
Em quase 11 anos - infância e adolescência -, vivi Ipanema em boas amplitudes: clima, natureza, convívio, estudos, topografia, história e, sobretudo, amizades. Muitas das amizades vivas até hoje, com correspondência quase diária pela net. Nós, ex-vizinhos e sempre amigos, fazemos visitas periódicas em grupos de cerca de 100 pessoas à Fazenda Ipanema. Passamos um sábado, todo juntos, a cada um ou dois anos, em novembro. Saciamos a saudade mútua e a saudade daquela natureza exuberante, da história que emana de cada recanto da fazenda: a história de cada um, a história do País.
Abraço,
Benedito Alberto Domingues

* Grande abraço aos ipanemenses. Ditinho.
José Roberto Moraga Ramos
Pra variar, o brilhantismo do Augusto em relatar, descrever as coisas e pessoas. Você não escreve, você vivencia. Lindo! Quanto ao Ary, figuraça que todos gostávamos e gostamos. Os irmãos menores, que o Augusto não lembrava, eram o Fio e o Luiz. É isso. Viva o Ary "Brasília"!
José Aparecido de Moraes - Tanaka
Grande Ary Araújo! Com a devida vênia, faço minhas as palavras do Augusto que, como sempre, foi perfeito e muito feliz e pontual ao discorrer sobre ele. De fato, uma personalidade multifacetada. Aliás, como tantas outras dos tempos idos quanto do presente. É, são pessoas privilegiadas, não é mesmo? O Ary é da geração do meu irmão, do Julião, mas mesmo assim é pessoa com quem nos relacionamos.
Silvana Macedo Ribeiro Prego
MUITO LINDO, ADOREI. EMBORA JÁ CONHEÇA A FAZENDA IPANEMA QUE É AÍ PERTO. ABRAÇOS.
Paulo S. Araújo
Encontrei meu pai nas fotos de futebol. Hoje ele está com 75 anos e fez parte de Iperó, tanto no esporte, quanto na assinatura da emancipação. Também contribuiu na área da estética dos que na época conheceram o ARY ARAÚJO (Ary barbeiro). Gostaria de enviar fotos atuais, pois gostaria de homenageá-lo em vida!!!
Ele também fez parte da banda e animava os bailes de carnaval da época.
Ronaldo Messias
Hugo, você está de parabéns pelo excelente trabalho.
É de grande valia manter viva a nossa memória. E as expedições vão continuar...
Abraços!!
Flávio Silva Garcia
Prezado Hugo,
Que trabalho maravilhoso !!!
Parabéns, meu caro.
Sou irmão da Mirella, lembra-se ?
Lembro-me quando ela me falou que você iria fazer esse trabalho, que na verdade, além do valor histórico, é uma obra de arte, com certeza.
Sinto-me orgulhoso de tê-lo como colega em Iperó.
Abraço.
Sebastião Senna Filho
Tomei conhecimento deste site e fiquei muito feliz pela iniciativa da criação do mesmo com o objetivo de restaurar lembranças do passado, pessoas, escolas, professores. Minha permanência em Iperó foi dos 8 aos 18 anos. Consegui me identificar na foto da classe da saudosa e querida professora, dona Henory de Campos Góes, no ano de 1956. Fico honrado por ter participado dessa história e, com toda sinceridade, ao navegar pelos campos, muito me emocionou. Muito obrigado pelo belo trabalho.
Abraços.
Danilo Natálio Martins
Oi, Hugo!
Confesso que fiquei emocionado ao ver o site da minha querida Iperó. Sou filho de Urbano Martins, falecido em 1973, que foi uma pessoa muito conhecida em Iperó. Minha mãe se chama Francisca Rodrigues de Almeida Martins, hoje com 85 anos.
Nasci na cidade vizinha, Boituva, no Hospital São Luiz, no dia 24/12/1969. Morei em Iperó até 1975 e me mudei para Sorocaba com a minha família, onde vivemos até hoje. Somos cinco irmãos, sendo um já falecido. Tenho parentes que moram até hoje em Iperó. Morávamos na avenida Santa Cruz, onde hoje mora a minha tia Nely Esteves. Sou neto do Benedito (Nhô Correto).
Gostaria que você publicasse a foto do meu pai.
Desde já te agradeço.
Danilo
Misael Senna Leite
MINHA FAMÍLIA É TODA DE IPERÓ (SENNA / LEITE)!
GOSTEI MUITO DE VER ESTE SITE. INCLUSIVE, ENCONTREI UMA FOTO DE MEU AVO (SEBASTIÃO SENNA) EM UMA INAUGURAÇÃO DE PRAÇA. MINHA MÃE É IOLANDA SENNA LEITE E MEU PAI JOÃO BATISTA LEITE.
PARABÉNS PELA INICIATIVA. É BOM RECORDAR!
Luciano Rocha
Parabéns!!!!!!!!!!!!
Muito bom ver essas fotos mais antigas. Tive o privilegio de conhecer a Fazenda Ipanema no período em que meu cunhado morava na vila, por ser funcionário do Ibama.
Sinto muita saudade!
Ubirajara Moraes
Sobre Hugo Augusto/Augusto Daniel:
Conheci o ex-maquinista da EFS Acácio Garcia. Porém, à época eu era criança. Lembro-me bem dele. Certa vez, vim de São Paulo para Iperó de trem com ele, sentados banco a banco num carro de primeira classe. Nesse dia, me emprestou uma revista da antiga URSS.
Elisabeth Rodrigues
Olá, amigos. Bom dia. O ponteiro já virou e só agora estou dando uma ESPIADINHA nas novidades. Quando abrimos o site de Iperó, ficamos naquela expectativa sobre o que vamos encontrar. E a cada dia nos surpreendemos mais. As palavras do Augusto Daniel, o sentimento com que ele falou de seus familiares me tocaram. Fiquei imaginando seus antepassados, a vida difícil. O artesão que soldava latas, com certeza também SOLTAVA seu lado artista. Quão ricas estão ficando estas páginas, pois estão sendo escritas com muita emoção, verdade e saudades. É na mágica das palavras que vamos manter viva nossa cidade e perpetuar sua história, para que quem não a conheceu, a conheça e aprenda a amá-la como nós a amamos. Do jeitinho que ela foi e como ela sempre será: A CIDADE DO NOSSO CORAÇÃO.
Willian Silva Palma
Boa noite!
Quero parabenizá-los por esse trabalho maravilhoso que me acrescentou conhecimento sobre a cidade de Iperó.
Conheci a cidade em 1992, bebi da água e nunca mais saí daqui. Olhei todas as fotos de pessoas importantes que fizeram parte dessa história linda e nos deixaram saudade, como o Silvano Mioni, que foi um amigo conselheiro para mim e para meu irmão Ailton (conhecido como Ursão).
Que Deus conceda saúde e prospere a vida de vocês que trabalham para nos trazer essas informações que muito nos emocionam e nos trazem conhecimento sobre a nossa cidade.
Um abraço a todos vocês.
Willian Palma e Ana Paula.
Iperó - Jardim Vitorino
João Donizete Murcia Sanches
Muito bacana o site. Apesar de não ser de Iperó, fiquei muito envolvido com a história da cidade.
A iniciativa da criação do site é louvável, já que sem um esforço comunitário fica muito difícil preservar a história regional, sobretudo das cidades menores.
Quando um ancião morre, via de regra, enterra-se com ele boa parte da história. É um tesouro que jamais será recuperado. O site tem o condão de, ao menos, tentar evitar ou minimizar esse prejuízo.
Parabéns!
Eduardo Marini
Caro Hugo,
Tenho 64 anos e sou um ex-ferroviário da Estrada de Ferro Santos a Jundiaí.
Nem preciso dizer que quando me deparo com alguma noticia sobre estrada de ferro, tenho que lê-la toda.
Conhecia Iperó só de nome e foi sem quer que achei o sitio (não gosto muito da língua inglesa e do excesso que se faz dela aqui no Brasil) sobre a cidade. Foi um deleite. Fiquei o dia inteiro degustando tudo o que havia no sitio. A relação da cidade com a ferrovia (como muitas outras, mas que não possuem pessoas como vocês preocupados em restaurá-las) é comovente.
Fiquei tão interessado, que já estou programando uma visita a Iperó. Quem sabe encontro estas pessoas que você relata na sua página na internet, preocupadas com a história da cidade. No mundo atual, onde ninguém leva muito a sério as coisas, é gratificante saber que ainda existem pessoas com esta dignidade.
Parabéns, Hugo. Continue com a sua luta.
Tendo mais experiência que você, posso dizer-lhe que vale a pena.
Um abraço,
Eduardo.
Márcio Augusto Diegoli
Parabéns pelo site! Gostei muito do conteúdo e fotos!
Alline Rodrigues Spinelli
Hugão do céu...
Como esse site tá evoluído! Parabéns por esse projeto...
Você nos dá grande orgulho!!!
Achei massa as fotos, realmente massa!
E a foto do Paulo Berduega? Nooooossaaa, como ele era bunitão… kkkkk
Coloca uma foto da Mariza oreia e uma do seu Haroldo do bar. Lembra dele?
Bjo
Carlos R. Almeida
Hugo, muito bom!
Uma de minhas lembranças ferroviárias de Iperó, ocorrida por volta de 1975:
Vinha de Itapetininga com o trem MS 6 (este prefixo só circulava aos domingos), o qual se conectava com o PS 4 em Iperó, que procedia de Botucatu. Chegamos no horário, mas a linha principal estava com atrasos de mais de cinco horas na circulação. Ficamos aguardando na plataforma 1 sob uma tremenda chuva. Minutos depois ouvimos um trem chegando. Pensei que era o PS 4 e que seguiríamos viagem em seguida. Nada. O trem ficou alguns instantes parado e em seguida partiu. Soubemos que era o LR 8, procedente de Ourinhos. E o motivo da não conexão era que aquele trem era o rápido e não fazia paradas intermediárias. Para nosso alívio, minutos depois o nosso trem, com apenas UM carro, recebeu ordem de partida e lá fomos nós em direção à capital. No final da história, o trem chegou em Carapicuíba com alguns minutos de atraso.
Atte.
Carlos R. Almeida - Carapicuíba/SP