Livro de Visitas

A partir deste LIVRO DE VISITAS, conforme surgem novos relatos sobre Iperó eles são acrescentados aos “Fragmentos de história”. É um espaço idealizado originalmente pelo Augusto Daniel Pavon. Com pequenas crônicas, juntamos várias peças do grande quebra-cabeça que é a história de uma cidade como a nossa.

É o próprio Pavon quem explica: “Para resgatarmos a história não bastam fotos e opiniões de pessoas queridas ou simpáticas. Precisamos garimpar. E ainda é possível: pessoas que viveram, registraram, se empolgaram, têm senso crítico e possam nos dar uma sequência histórica aos fatos. A ideia é simples: com as nossas recordações e histórias, nos utilizando de narrativas, descrições e crônicas, resgatar dados para subsidiar a história informal de Iperó. Com isso, ofereceremos uma visão da dinâmica de vida da época.”

Portanto, fica o convite para que cada um deixe uma mensagem ou escreva as suas histórias vividas em Iperó. São registros muito importantes.

Obrigado e um grande abraço a todos,

Hugo Augusto Rodrigues

Escreva a sua mensagem

 
 
 
 
 
 
 
Obrigado por acessar o site.
465 entries.
Ubirajara Garcia Moraes
Para o Júnior, neto do saudoso Vicente Peres Real:
Conheci e fui muito amigo de seu avô Vicente.
Tenho muitas histórias com ele. Foi meu segundo pai.
Sou também amigo de seu pai.
João Marco Real - Fundação PATRIA
Parabéns, Hugo. Embora não seja daqui de Iperó, creio que conheço um pouco da história dessa cidade que me acolhe muito bem.
J. M. Real
Tabajara Garcia Moraes
Hugo,
Ainda ontem, 07/11/10, tive uma grata surpresa ao acessar o site. Nada é tão bom que não possa melhorar. É só acreditar. Parabéns pela inovação. Já era bom. Ficou ótimo.
Tabajara Garcia Moraes
Ana Maria Speglis Cezar
Hugo, bom dia!
É muito bom saber que existem pessoas como você, que resgatam histórias dos lugares. Iperó para mim, é parte da minha história de vida, pois passei todas as minhas férias da infância nesta cidade. Parabéns pelo trabalho.
Um abraço,
Ana Maria Speglis Cezar
Júnior
Parabéns. Muito emocionante, muito informativo e muito legal este site.
Sou neto de Vicente Peres Real e Floriza Maluf Peres, fui por muitas vezes em Iperó na década de 70, quando minha vó Floriza ainda estava viva. Fui pela última vez 1980. Encontrei este site por acaso, porque estava procurando informações de meu avô na internet e me deparei com esta relíquia. Enviei o link para meus irmãos.
Hoje, dia 07 de novembro de 2010, tive retorno de dois deles. Adoraram. Vou enviar algumas informações depois. Fiquei encantado quando vi o nome de meu pai, o Zezebel Peres, e minha tia, Noemi Salmasi, na listas dos diplomados do ano de 1952.
Já li grande parte das informações contidas no site. E parabéns novamente pela iniciativa.
Júnior
Lilian Ferreira
Caro Hugo,
Quero parabenizá-lo pelo site!!! Retrata o resgate cultural e histórico de nossa cidade.
Mesmo sendo eu uma moradora recente nesta cidade, é importantíssimo o trabalho que você tem realizado em prol deste resgate cultural e histórico em nossa cidade. Obrigada pelo empenho e pela dedicação!!!
São pessoas como você que fazem a "diferença" no mundo.
Mais uma vez, parabéns!!!
Abraços,
Lilian Ferreira.
Alene Santos
Hugo, parabéns pela iniciativa. O site está magnífico.
Beijos, saudades!
Ronivaldo Alves de Souza
Parabéns, Hugo. Muitas informações valiosas para preservar a memória da cidade.
Isabel Pakes
Olá, Hugo. O site está um primor! Muito bom!
Parabéns pelo capricho!
Um grande abraço.
Marcello Musico de Menezes
Prezado amigo.
Meio que sem querer achei o seu site.
Parabéns. Muito difícil achar um trabalho tão bem feito de resgate de memória.
Marcello Musico de Menezes
Lúcia de Fátima Ribeiro Fiúza
Parabéns, Hugo. Adorei sua iniciativa em resgatar a memória de Iperó e da Estrada de Ferro Sorocabana.
É muito bom ter pessoas como você, preocupadas em preservar nossa história.
Abraços, amigo. Boa sorte na sua jornada. Lúcia.
Alexandre Tomas Ramos da Silva
Excelente! Eu morei na Fazenda Ipanema até 1982, quando saí de lá com 12 anos. Estou em Carapicuíba nos dias de hoje. Tenho 40 anos. Em meu Orkut tenho algumas fotos do local. Morava nas casas da Sorocabana (ferrovia) entre 1970 e 1982, estudei na escola da fazenda (“Henory de Campos Góes”).
Parabéns.
Adriano Cordeiro
Muito legal, bom mesmo. Parte da história de nosso país está bem aqui na nossa região. Abraço.
Luciani Martins
Parabéns, Hugo. Achei super legal esse site e já divulguei pra um tanto de gente. Minha vó Julieta adorou quando viu a foto dela no site. Meu vô era o José Leite. Obrigada por lembrar da minha família. Abraços. Luciani.
Andrea Speglis
Caro Hugo,
Ví pessoas especiais na minha vida, pessoas de grandes valores nesta cidade.
Parabéns pela iniciativa. Deveríamos ter mais pessoas assim.
Gostaria de me apresentar melhor. Meu nome é Andrea Luisa Marcondes de Moura Speglis, santista de nascimento, sou filha de Antonio Speglis, portanto neta de Ana Calixto Speglis e de Carlos Speglis. Ainda tenho tios e primos que residem em Iperó. Você deve conhecê-los, como também deve saber que a família é muito numerosa.
Qualquer dúvida, mande um email.
Atenciosamente,
Andrea Speglis
Luciane Santos
Adorei conhecer um pouco mais da cidade de Iperó. Muitos lugares bonitos.
Tabajara Garcia Moraes
Hugo,
Sou iperoense, nasci na Vila do Depósito em 1948. Aí, morei até meus oito anos, quando meu pai, maquinista, foi removido para Itapetininga. Lendo a sua obra, pude reviver com muita emoção os "fragmentos" de nossa história.
Vamos tocando a vida e, agora, com mais prazer, lendo e me deliciando com as lembranças.
Parabéns pelo trabalho.
Tabajara Garcia Moraes
Irene Vaz dos Santos Bezerra
Agora vi fotos do meu avô João Vaz e dos seus irmãos. Gostei.
Parabéns, Hugo. Só faltou a família Domingues / Vaz dos Santos. Só tem a foto do João Vaz e dos filhos não.
Eu tenho fotos que vão entrar na nossa história também. Abração.
Aldo Luiz Lemes Pinheiro
Parabéns pelo trabalho e continue a contar histórias que fazem reviver o passado para uma nova geração.
Everaldo Cavalcante de Mendonça
Parabéns. Este site está excelente, mostrando várias épocas da estação e da ferrovia.
Os detalhes das fotos dos funcionários que ali trabalharam, constituindo assim a história viva da EFS.
Daniel dos Santos Figueiredo
Olá, amigo. Parabéns pelo seu trabalho, que é muito admirável.
Sou do Rio de Janeiro e moro em Sorocaba há 11 anos. Sinceramente, não troco o interior do Estado de São Paulo pela ”Cidade Maravilhosa”. E isso não é motivo de espanto para quem conhece as duas partes citadas. Uma, é um mundo de coisas bonitas que se vê em televisão, que não se pode tirar proveito 100 %. Mas não desmereço a cidade onde nasci.
E a outra parte é o interior, mais precisamente a nossa região. Se deixarmos de lado o conceito elitizado que os meios de comunicação locais tentam nos “enfiar goela abaixo” sobre a terra em que vivemos, essa se torna perfeita para morarmos. A elite aqui só existe nas padarias bonitas e dentro dos condomínios de luxo. O resto é tudo proveitoso. Raíz e povão. E é isso que faz um lugar ter história de verdade! Povão como eu, igual a essas pessoas das fotografias. Igual a você. Gosto daqui e da gente daqui!
Parabéns pelo seu trabalho. Um destaque para duas fotos onde aparece um cachorro no meio do time, posando para a foto. Hoje em dia a fotografia é uma coisa tão comum como respirar, mas naquela época… ah, amigo! Naquela época era motivo de orgulho ser fotografado. E agora, imagine só quanto comentário esse cachorro causou!?
Abraços.
Daniel, o carioca da Hidracom.
Luzia dos Santos Mafra
Visite este belíssimo trabalho e peço a Deus que Ele continue te abençoando, porque não é para qualquer um realizar essa tarefa. Requer dedicação, amor e perseverança. Continue assim. Um abraço.
Denise Pereira
Nasci na Fazenda Ipanema em 1962. Vivi e morei até janeiro de 1974.
Por alguns anos, voltei poucas vezes. Mas, a partir de 2008, visito com certa frequência esse paraíso cognominado FAZENDA IPANEMA.
Tenho ótimas lembranças de minha infância, subindo em árvores, saboreando frutos maravilhosos e também da família enorme que tínhamos, pois conhecíamos e éramos conhecido por todos.
Tristeza maior é ver a destruição e a não preservação desse patrimônio.
Ana Maria Speglis Cezar
Boa noite, sou da família de Carlos Speglis e gostaria de saber como faço para mandar fotos mais atualizadas da família.
No aguardo de um breve contato.
Saudações,
Ana Maria.
Ubirajara Garcia Moraes
Olá, Hugo.
PARABÉNS pelo site!!!
Foi bom conhecer o site. Estarei visitando novamente quando a oportunidade surgir.
Mais uma vez, parabéns!
Francisco Antonio Coutinho (Chiquinho)
Bom dia.
Quero parabenizar pela iniciativa, pois é muito importante lembrar e mostrar aos nossos jovens de hoje, pessoas que fizeram parte da historia de Iperó.
Abraços,
Chiquinho.
José Domingos Eugelmi
GOSTEI DA APRESENTAÇÃO E TORÇO PARA QUE CONTINUE MAIS COMPLETO.
José Gonzaga Fabregat
Parabenizo os idealizadores deste trabalho, que vai deixar imortalizado o nome da cidade de Iperó, e todos aqueles que se esforçaram para que nossos filhos e netos possam um dia saber como foi a cidade.
Michele Elda de Souza
Adoro a Fazenda Ipanema.
Reinaldo de Melo Maeda
Muito bom conhecer um pouco da nossa história.
Getúlio Freitas
Estive na Flona Ipanema, pela primeira vez, a trabalho. Devia ter visto seu site antes. A visita seria mais rica. Parabéns!
Pedro Alessander do Nascimento Faria
Muito bom.
Silvana Kátia Perez de Mello
Amei, muito legal as fotos de todas as famílias. Bem, já vi três tias minhas por aí. A minha família é Mario de Mello/Vicente Perez Real. Tenho algumas fotos antigas e assim que puder estarei colaborando com um pedacinho da história.
Parabéns para quem teve essa excelente ideia!!!
Fernando Donizete Claro
Olá, tenho 44 anos, sou morador de São Paulo, mas em minha infância fui muito a Iperó, pois meus avós paternos são daí. Meu pai é ferroviário aposentado da Sorocabana, sendo na época chefe de estação e morador daí. O nome dele é Benedito Claro (Ditinho) e foi chefe de estação em Laranjal Paulista, Conchas, Pereiras, depois foi transferido para a antiga Barra Funda. Nunca deixamos de ir a Iperó. Não me lembro bem o nome da rua que meus avós moravam, mas tinha uma caixa d’água na esquina da rua deles. Era bem no centro, pertinho da igreja de Santo Antonio, aonde íamos à missa aos domingos. Sem contar que íamos, eu, minha irmã e primos, brincar na estação de trem.
Márcio Augusto Pires
HUGO, AQUI É O MÁRCIO DA FARMÁCIA.
VISITANDO ESTE SITE PUDE RELEMBRAR DO MEU TEMPO DE CRIANÇA. E OLHA QUE FAZ 36 ANOS.
LENDO ESSAS HISTÓRIAS, LEMBREI DO COPA 70, DO CORETO E TAMBÉM DO RICARDO QUE COLOCAVA MÚSICA NO ALTO-FALANTE DO CORETO. NESSA ÉPOCA JÁ TRABALHAVA NA FARMÁCIA DO ZEZINHO E LÁ ENTREI EM MAIO DE 1988. PUXA VIDA, COMO O TEMPO PASSA.
VALEU, HUGÃO.
Luiz Torres
Muito legal essas fotos de Iperó na década de 30.
Juracy Rosa da Silva
Fiquei emocionada ao ver as fotos da Bela Vista, inclusive, do meu pai José de Moraes. Espero que coloquem mais.
Um beijão,
Ju
Marcos Roberto Lima de Oliveira
Juntamente com minha mãe, Nancy Conceição Cardoso de Oliveira - da família Mello -, fiquei emocionado ao ver as fotos das famílias iperoenses. Pra falar a verdade, nunca morei em Iperó, mas foram muitos os finais de semana que passei nessa maravilhosa cidade. Minha mãe nasceu em Porto feliz, mas passou a infância e adolescência aí em Iperó. Tenho muitos parentes aí. Família Politani e Mello. Um grande abraço a todos e parabéns pelo post.
Wilson Furlan Júnior
Parabéns, Hugo.
Airton Moraga Ramos
Caro Hugo, como foi gratificante ter tomado conhecimento desse seu trabalho. Só nos enche de orgulho a iperoenses que somos. Parabéns mesmo.
Estevão Graciano Pires
Parabéns, meu AMIGO. Bela homenagem à nossa cidade querida. Que cada vez mais cresçam essas imagens que deixaram saudades, para assim construirmos a nossa IPERÓ de hoje mais bonita e não nos esquecendo das nossas origens.
OBS: UM ABRAÇO. Qualquer coisa, me procure!!!
Davi Marcel de Souza Pereira Fontes
Lindo esse lugar e tão abandonado pelas autoridades públicas. Como é possível pensar em futuro se o passado é deixado para trás e esquecido?
Marisa Lima
Olá, Hugo.
Em primeiro lugar, meus parabéns pelo lindo trabalho. Eu moro hoje aos pés do morro Ipanema, no bairro Mirante de Ipanema. Sempre amei esse morro, mesmo antes de vir morar em Sorocaba. Acho que já vivi aqui em outras vidas.
Sempre faço trilhas e minha maior busca é encontrar a trilha de Peabiru. Nas minhas pesquisas, sei que arqueólogos em 1970, visitaram o morro e analisaram que ele possa ser não só um local de passagem Inca, mas sim todo um complexo de pirâmides. Você, com certeza, sabe sobre a entrada de uma pirâmide. Acho que esse ano até abriram a trilha até ela. Há uns dois ou três anos, fui até ela, mas ainda não tinha trilha aberta.
Bem, o que você puder me dar de informações sobre isso, serei eternamente grata.
Estou para entrar em contato com um antigo historiador, José Monteiro Salazar, que sei, tem muita coisa guardada. Se eu conseguir algo novo, te mandarei. Ou quem sabe você já tenha feito isso.
Abraços e mais uma vez obrigado. Parabéns.
Marisa Lima
Vivian
Parabéns pelo site. Morei aí de 1994 a 1999. Tenho muitas lembranças dessa cidade acolhedora.
Cícero Vaz de Almeida
Abraços aos meus amigos de Iperó. Trabalhei por aí em dezembro de 1985. Quantas saudades!
Elisabeth Rodrigues
Augusto Daniel, concordo com todas as suas palavras. Desde o meu tempo de criança, vejo a cidade se expandindo muito e devido à sua própria topografia, ela se expande onde tem espaços. Isto é, sentido Sorocaba, Boituva e Tatuí. O nosso querido centro velho ficou cerceado pelos trilhos da antiga e também querida FERROVIA. Isso não é motivo para que seja abandonado. Ao contrário, pois esse mesmo centro velho carrega muito da história local. O comércio, primeiras famílias, festas, costumes, trajes e tudo o que identifica um povo. Vamos insistir sempre na mesma tecla: preservação e respeito ao que já foi e ainda o é, porque estamos todos aqui, descendentes desta terra querida que nos acolheu, como terra abençoada, com certeza. Perder nunca a capacidade de nos indignar, jamais, como iperoenses e brasileiros que somos.
Hugo, vi as fotos da Fazenda Ipanema. Realmente, a mata é esplendorosa. Quando estive lá, fiquei encantada com a gigantesca árvore gameleira que só pensava existir na Amazônia. E por falar em encantada e depois de assistir ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, já pensou se na misteriosa mata tem algum poço? Sei lá, agora fiquei meio com medo (de verdade). O que gostei de suas fotos foi o traje, principalmente a bota "mexer mato". Com tanto mato, espinho, pedras, muito adequada. No meu caso, ainda precisaria de proteção contra abelhas, pois dei de cara com um inxu e fiquei com a minha mão coçando a semana inteira e parecendo um sapo. Só sei que vale a pena a canseira, pois somos ainda privilegiados em poder andar pela mata em comunhão com a natureza. É preciso sentir a natureza em todas as suas manifestações. A chuva, a terra, suas cores, suas formas, seus cheiros, para poder amá-la e respeitá-la.
Augusto Daniel Pavon
Eu entendo hoje este site com três objetivos:
1ª - fazer a história informal de Iperó, fotos, data e identificação, quando possível, crônicas, etc. Qualquer forma de relato que resgate época (festas, ruas, acontecimento, principalmente gente).
2ª - satisfazer os saudosistas, mas mostrar principalmente que existiu uma Iperó com vida, vida intensa, onde não precisávamos sair para nos divertir. E as coisas tem que caminhar, ir em frente, de uma forma bonita. Prá trás não dá!!!
3ª - apontar, mostrar, denunciar erros administrativos de interesse público que ao longo dos anos, desde nossa emancipação, transformaram a nossa Iperó em duas: a de cima bonita, embora possa melhorar, e a de baixo (Porfírio e afluentes, rua do Meio, rua do Barranco, vila do Depósito), no "MAPA DO INFERNO", de tão abandonadas. Tô mintino?
Hugo Augusto Rodrigues
Meus amigos, como vão?
Não sei o que é. Não sei se é "simplesmente" pelo fato de ter nascido aqui. Mas Iperó me fascina em todos os aspectos. É o mesmo que acontece com todos vocês. Há muita coisa interessante e importante aqui, mas pouco valorizada pela maioria das pessoas que ainda tem um certo preconceito em relação à cidade. “Iperó não presta, não tem nada”. Estive, ainda na semana passada, embrenhado pelas matas de Ipanema e, meus amigos, que riqueza é aquilo tudo. E é Iperó!!! Nossa história está repleta de momentos interessantes. Se confunde, em alguns momentos, com a história do Estado de São Paulo (quando falamos da ferrovia em São Paulo, é preciso lembrar que a linha dupla da Sorocabana/Fepasa termina em Iperó; o ramal de Itararé, uma das mais importantes ligações ferroviárias com o sul do país, começa em Iperó) e com a história do Brasil (Ipanema, graças às descobertas de Afonso Sardinha no fim do século 16, é considerada a primeira siderúrgica do Brasil e da América Latina).
Com certeza, algumas coisas nos entristecem. A gente tem lembranças bonitas do passado e, no presente, os mesmos lugares em nada se parecem com as imagens da nossa memória. O Augusto Daniel, em vários momentos, também escreve sobre esse sentimento. Não somente a Vila do Depósito (Vila Santo Antonio), mas todo o "centro velho" (Porfírio de Almeida, Rua do "Meio", Rua São Bento e as demais próximas), nos dão tristeza. A situação em que se encontram. A história urbana de Iperó começou nesses locais. Não poderíamos ter permitido que a situação chegasse ao atual ponto de deterioração.
Mas, enfim, não podemos parar o resgate. Vejo que esse nosso trabalho, de alguma forma, tem dado força para que outros setores da sociedade local se interessem em levar adiante projetos para recuperar esses pontos históricos e melhorar a imagem da própria cidade. Então, a nossa luta tem que crescer sempre...
Meu tio, José Roberto Moraga Ramos - Moraga / Tiguera -, exagerado como sempre (rs...), me diz que agora ele pode "morrer tranquilo, porque a memória da cidade não está perdida". Apesar do exagero - pois o homem vai longe ainda!!! -, é verdade que a memória não está perdida. Tem muita coisa interessante chegando até nós. E algo de que não abro mão, é o agradecimento a cada um que tem nos ajudado, seja contando histórias, seja cedendo imagens de família. São sete anos com o site no ar, mas não poderia deixar de lembrar daqueles que já haviam iniciado trabalhos de resgate da memória de Iperó antes de mim: Sandro Canatelli, José Roberto Moraga Ramos, Mariza Rodrigues Moraga Ramos, Edmir Domingues dos Santos, Izildinha Domingues dos Santos, dentre outros…
O trabalho, hoje, tem tomado uma proporção tão grande, que se eu não tivesse adquirido este domínio (cidadedeipero.com.br), muito material ficaria sem publicar. Portanto, escrevo para agradecer a todos vocês pela força de sempre. Todos esses depoimentos aqui no livro de visitas, depois transferidos ao "Fragmentos de história", onde cada um conta um pouco das histórias que viveram em Iperó, nos ajudam a contar uma história informal da cidade, mas ao mesmo tempo, rica em detalhes. É um local muito interessante dentro do site…
Grande abraço a todos e obrigado novamente. Vamos em frente!!!
Fiquem com Deus,
Hugo.
Marcos Santos
Isso tudo é muito rico para ser deixado de lado. Vamos preservar o que é do povo.
Ernandes Pereira
Amigo, parabéns por este lindo trabalho. Visitei e gostei muito. Nota 1000. Sou um grande admirador de trens e ferrovias. Gostaria de receber de você, se possível for, mais fotos deste pátio em Iperó ou em outros lugares onde tem locomotivas abandonadas sendo degradadas pelo tempo. Lá em cima, em uma das postagens, onde mostra trecho desativado e sem os trilhos, logo à frente parece ser um pontilhão abandonado. É isso mesmo? Se possível, mostre para nós.